terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Câmera indiscreta (frustrada)
domingo, 7 de fevereiro de 2010
E quando a gente acha que vai começar a esquentar...
| De Mais inverno |
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Imersão para TOEFL
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Boletins na DW-Rádio em Janeiro
Estudo do Ipea indica que Brasil pode erradicar pobreza extrema em 2016 - aos 18'40''
17 de janeiro - noite
Programa Juventude em Foco - O programa começa aos 13'12''. Fiz a locução e uma matéria que começa aos 16'25'' sobre o ensino obrigatório de História da África nas escolas brasileiras .
19 de janeiro - manhã
Organizações internacionais denunciam danos da GDF Suez no Rio Madeira - aos 24'00''
21 de janeiro - noite
Pescadores da Baía de Sepetiba vão à Alemanha protestar contra ThyssenKrupp - aos 13'35''
24 de janeiro - noite
Programa Juventude em Foco, locução. O programa começa aos 14'38''
25 de janeiro - manhã
Fórum Social Mundial mudou a mentalidade do mundo, dizem líderes sociais, aos 10'30''
26 de janeiro - noite
Entrevista com Leonardo Boff sobre Fórum Social Mundial, aos 20'31''
27 de janeiro - manhã
Justiça Federal dá sentenças favoráveis à construção das usinas do Rio Madeira, aos 19'29''
27 de janeiro - noite
Manuel Zelaya deixa embaixada brasileira em Tegucigalpa, aos 23'40''
28 de janeiro - noite
Brasil compra 83 milhões de vacinas contra vírus da Gripe A, aos 19'15''
domingo, 31 de janeiro de 2010
O fenômeno do inverno em Brühl
sábado, 30 de janeiro de 2010
A consulta no médico
Aqui na Alemanha, o seguro de saúde é obrigatório para quem ganha até 5 mil e poucos euros por mês. Acima disso, a Cristina estava me explicando, é facultativo, mas a maioria das pessoas têm.
O meu é obrigatório, naturalmente. E como não é barato, resolvi marcar exames de rotina.
Cheguei na hora marcada e fiquei 45 minutos na sala de espera - algo lhe soa familiar? A vantagem é que a médica morou em São Paulo e fala português, bem querida.
Marquei os exames e descobri que estou na faixa etária mais cara da Alemanha. Não sou jovem o suficiente para ter desconto no transporte, nem velha o suficiente para fazer exames gratuitos.
Mensch...
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Barzinho com música ao vivo: o conceito alemão
Foi o suficiente para a experiência "música ao vivo" virar um acontecimento. Depois de dois meses planejando, quando voltei, o pessoal me convidou pra ir no tal bar. De fato era um bar com música ao vivo, só que o bar ficava de um lado e a música do outro, em uma sala de espetáculos separada, onde a gente ficava em pé ouvindo, como um show. Quem estava tocando era um brasileiro.
Foi bizarro. O cara tinha uma guitarra com todas as cordas desafinadas de propósito. Ele cantava samba e MPB à Caetano Veloso e, nas pausas dos compassos, chacoalhava as cordas da guitarra fazendo ruídos ensurdecedores - imagine um menino de 5 anos brincando de ACDC com uma guitarra de verdade. Meus amigos alemães definiram como música impressionista.
Eu achei uma droga.
Na pausa, fomos para o subsolo, onde uma banda inglesa estava tocando baladinhas de comédia romântica. Bem melhor, mas ainda em pé. Antes das 22h30, o show acabou.
Fim.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Ok. Tá frio.
Na frente do castelo Augustusburg, o catavento colorido girava insandecido com a ventania, que veio graciosamente acompanhada de uma garoa, ora de neve, ora de chuva. Como perdi as minhas luvas em Basel, ao longo do caminho precisava escolher entre manter a mão no bolso ou segurar o capuz. O nariz, a mão do capuz e as pernas ficaram dormentes.
Em casa, o Weather Channel confirmou: -7ºC
E pensar que em Berlim esta semana fez -21ºC...
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
português versus português
E ônibus? Autocarro.
E xícara? Xávena.
E talvez? Se calhar - se calhar a gente se encontra hoje à noite.
E se uma coisa foi muito bacana ela é...? Gira. Esse CD é muito giro, o pá.
Esse "o pá" eles usam pra tudo, mesmo.
E hoje o moçambicano Daniel veio me perguntar o que é "baque".
Estás a ver?
sábado, 23 de janeiro de 2010
Olimpíadas domésticas de inverno: o aquecedor
No meu apê, em cada cômodo tem um aquecedor de ferro branco em forma de sanfona que dá pra regular a temperatura de 6ºC a 24ºC.
Mas como tudo mais na Alemanha, manter a casa quentinha exige um método. A Anne-Rose me deu um cursinho de capacitação em operação de aquecedores quando cheguei. As regras são simples:
1) Todas as portas de todos os cômodos devem ficar fechadas para economizar energia (particularmente, acho um saco).
2) Ao sair de casa, devo ajustar os aquecedores para a temperatura mínima - para economizar energia.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Piadinha verídica
- Ah, no Brasil eu vivia de bicos.
- Não fales isso! - disse a portuguesa apavorada, olhando em volta.
Aí a brasileira descobriu que em Portugal fazer bico é fazer sexo oral.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Imagens do inverno
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| Inverno |
Tirei essas fotos na primeira semana que cheguei. Final de semana passado a neve derreteu toda e o mundo voltou a ter cores... risos.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Escorregou na sua calçada, a culpa é sua.
Ao amanhecer, depois de uma nevasca noturna, os alemães vão para as ruas com suas pás coloridas e começam a retirar a camada branca e congelada que cobre as calçadas e as trilhas. A ação é para impedir que alguém escorregue.
(...) se alguém escorregar numa calçada, quem paga a conta é o dono do imóvel. E não é pouco: principalmente se ficar provado que houve desacato às normas que regulamentam a retirada da neve e do gelo.
Caso alguém escorregue no gelo, nem sempre o dono do imóvel precisa indenizar a vítima. Se o tombo for às três da manhã, por exemplo, o custo fica exclusivamente a cargo do convênio médico. (...) em geral a obrigação de manter a calçada livre da neve vai das sete da manhã às oito da noite.
E quando o proprietário está de férias, ou tenha ele mesmo escorregado numa calçada e esteja de cama? As leis alemãs chegam a este nível de detalhe: nesse caso, o dono do imóvel tem que incumbir outra pessoa de cuidar da calçada em seu lugar.
Risos...
Leia a matéria completa.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Fátima Tchumá Camará, de Guiné-Bissau para o mundo
Aos 32 anos, casada e mãe de três filhos, o mais novo de 7 meses, o mais velho de 7 anos, ela saiu de casa no dia 16 de novembro e só deve voltar no dia 4 de fevereiro.A Fátima mora com o marido, os filhos e uma sobrinha em Bissau, capital da Guiné-Bissau, na costa leste africana. O país tem mais ou menos 1,5 milhão de habitantes e sérios problemas de infra-estrutura. Na casa da Fátima não tem energia elétrica, a televisão e a geladeira funcionam com gerador a diesel.
Ela trabalha na Rádio Nacional há sete anos. Faz reportagem e grava boletins sem acesso a internet, e quem edita as matérias são técnicos em máquinas analógicas. A média de salário de um jornalista lá, ela me contou, é de 70 euros. Começou há pouco o curso de Comunicacao Organizacional e Marketing na Universidade de Bissau, onde o marido, jurista, tornou-se reitor no ano passado.
Pertencente à etnia Fula, muçulmana praticante, mas não fundamentalista, como ela própria se define, é casada por amor com um homem da etnia Cassanga, animista não praticante. Na Guiné-Bissau não temos conflitos entre etnias nem religiões, diz ela.
Seu pai morreu em 1998, no último dia da guerra civil com uma bala perdida, quando levava o café da manhã para a família que estava refugiada em um bunker do Ministério da Saúde. A mãe mora com seus outro cinco irmãos. Eram seis, mas uma irmã morreu aos 29 anos de uma doença repentina.
A primeira vez que Fátima veio à Alemanha foi no ano passado, para fazer um curso sobre jornalismo ambiental na DW Akademie. Além do trabalho na Rádio Nacional, ela também colabora com a Televisão Pública de Angola, TPA, e é membro da Associalção dos Jornalistas da África Ocidental.
Ela já esteve em Portugal, Senegal, Gâmbia, Níger, Burquina Fasso, Abidjã e Líbia. Este ano ainda vai a Cabo Verde e em janeiro a Brasília, como membro da Comissão da Conferência Internacional Infanto-Juvenil, Vamos Cuidar do Planeta - Brasil 2010.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Olimpíadas domésticas de inverno: lavar a roupa
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Matéria no programa Juventude em Foco de 10 de janeiro
Primeira matéria na DW-Rádio!
Clínica de recuperação de Verbos
domingo, 10 de janeiro de 2010
Cortes de carne na Alemanha
Strogonoff - 2ª tentativa
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Brigadeiro de fogão elétrico
Paciência, bora pro fogão. Escolhi o bico onde sempre esquento o leite e liguei no número 2 (teoricamente o "fogo" médio). Coloquei lá uma colher de sopa de manteiga, uma lata de leite condensado e sete colheres de sopa de chocolate em pó Milka (foi a coisa mais parecida com Nescau que encontrei no supermercado Rewe).
Mexe, mexe, mexe... depois de uns 20 minutos ele começou a desgrudar do fundo - opa, tá dando certo. Fiquei na dúvida se estava no ponto, tive medo de queimar e desliguei. Cinco minutos na sacada pra congelar e uma noite na geladeira (na sacada viraria pedra).
Hoje de manhã, meu brigadeiro estava no ponto de meleca. Nem duro o suficiente para fazer bolinha, nem mole para comer como mingau. Estava esticando, que nem puxa-puxa de melado, sabe? Achei melhor colocar em taças.
O gosto e a textura ficaram ok. Mais 5 minutos cozinhando e ele teria ficado perfeito, acho. Na próxima eu acerto!
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Considerações sobre o frio
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Supermercado - uma nova abordagem
Ano novo, bolsa nova
domingo, 3 de janeiro de 2010
Chega de férias
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
The best of...
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| Alemanha 2009 - Melhores momentos |
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Tá, e daí?
O Denke ich... está entrando em férias. Fico no Brasil até o Ano Novo e depois volto para mais três meses de estágio na Deutsche Welle em Bonn, desta vez na redação da rádio em português para a África.
Depois desses quatro meses na Alemanha, cheguei à conclusão de que a primeira impressão não é a que fica. Apesar de no início a adaptação ter sido difícil, acabei me acostumando com a minha casa, minha rotina, fiz amigos e, quando voltei da Espanha primeiro para Düsseldorf e depois para o Brasil, tive a sensação de estar duplamente em casa.
Por outro lado, sinto que nunca mais vou me sentir 100% em casa outra vez. Quando estiver lá vou sentir saudades das coisas daqui e vice-versa. Outras pessoas me disseram que sentem o mesmo, e, ao que parece, esse é um processo sem volta. Mas essa não é uma sensação ruim, é só diferente. No voo da Tam para Floripa vi uma propaganda que dizia "Não é o lugar que nos faz sentir em casa. São as pessoas."
Minha casa ficou maior.
Bis bald!
O blog bombou!
Um pouquinho de Brasil, ia-iá...
Jornada ao fim da Terra
As coisas não saíram exatamente como o programado.
Veja as fotos:
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| Finisterre |
Santiago de Compostela 7 anos depois
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| Santiago de Compostela |
“Ay me voy otra vez, ay te dejo Madrid...”
Madrid continuava vermelha como em 2002, mas eu não lembrava que era tão árida. A região é cortada por uma serra pedregosa que vai de Portugal até o Mediterrâneo, segundo me contou o Nas. É linda.
Fiquei na casa de um casal de velhos amigos, a Ana e o Nas, (a amizade é velha, eles, não... eheh). Eles me levaram para conhecer toda a cidade, o que foi muito intenso, porque o Nas é uma enciclopédia ambulante, e aprendi muito sobre Madrid. (Obrigada, queridos!). Visitei o Museu do Prado, conheci o parque onde os madrilenhos passam as tardes de domingo e almocei em um restaurante brasileiro com churrasco, arroz, feijão e farofa. Foi a glória.
Algumas coisas mudaram por lá. No aeroporto de Barajas agora é proibido fumar (ainda bem que não fumo mais), mas tem área reservada para fumantes, e por toda a Espanha bares e restaurantes penduram na janela a plaquinha: “Se permite fumar”. Lei é lei, cultura é cultura.
Veja as fotos:
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| Madrid |
Um sofá em Paris
Ela é amiga do François, então cheguei com uma espécie de salvo conduto, mesmo assim a confiança me surpreendeu. Na verdade a Mailys me deu muito mais do que um sofá, deu um quarto só para mim, me emprestou um notebook com internet e – pasme – tinha um carregador para o celular que o Roby me emprestou em Roma (só me dei conta de que não tinha como carregar o aparelho quando já estava no avião).
Paris é uma das cidades mais bonitas que já conheci. A maioria dos pontos turísticos está ao longo do Rio Sena, então se pode ver desde o Arco do Triunfo até a Catedral de Notre Dame – passando pelo Museu do Louvre – de uma das dezenas de pontes que existem no centro da cidade. E a torre, linda, se vê praticamente de qualquer lugar.
A previsão do tempo marcava chuva para os quatro dias que estive em Paris, e para os dias em Roma também, mas se eu tive uma hora de chuva ao todo foi muito (sortuda de uma figa). O François diz que eu carrego o sol comigo, porque o tempo sempre melhora quando eu chego, diz ele. Verdade ou não, o fato é que o sol me acompanhou na maior parte da viagem, a despeito dos institutos de meteorologia.
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| Paris |
Como ele sabia?
Eu perdida, pra variar, entrei num café para perguntar o caminho para o Pantheon em Paris. Falei a única coisa que consigo dizer em francês sem gaguejar:
- Pardon, je ne parle pas français, parlez vous anglais?
O tio do bar:
- Brésil?
Eu:
- Ja!
Ele me mostrou o caminho e andei os 500 metros até o Pantheon com duas perguntas martelando na cabeça: Como ele sabia que eu era brasileira? E por que eu respondi em alemão?
Mitos e verdades sobre Paris
Mito: Os parisienses são mal educados. Eu pedi informação para muitas pessoas e todas me trataram muito bem. E não tive dificuldade para falar inglês com ninguém.
Verdade: Paris é cara. Eu paguei 7,5 euros por quatro pilhas, uma facada. As benditas duraram só um dia e acabaram no exato momento em que eu cheguei à Torre Eifel. A Coca-Cola de 200 ml custa 4 euros, assim como o café. E é como na Itália, se você toma no balcão, é um preço, mas se senta à mesa, pode sair bem mais caro. As velas – que na Alemanha custam 0,50 centavos e no supermercado 0,05 – em Notre Dame saem por 2 euros, com a provocativa plaquinha: “pratique a sua devoção”. Sei... aí eu tava lá economizando cada centavo, quando me chega um menino da Unicef com uma lista para assinar. Assinei e, quando vi, tinha que pagar. Gastei mais com a Unicef do que com o meu almoço. Scheisse...
terça-feira, 17 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Ir a Roma e não ver o Papa
Falando honestamente, eu não gosto muito desse papa, entao foi bom chegar atrasada, assim me poupou um gesto de hipocrisia. Sem contar que no final daquele dia vi coisa muito melhor.
Fomos ao Giardino degli Aranci, jardim no alto de um morro com vista panorâmica de Roma. Três ou quatro bandos de pássaros faziam a maior algazarra para encontrar um galho para dormir. Eles voavam em ondas, ora mergulhando, ora formando bolhas gigantescas de pontinhos pretos no ar. O barulho eu imagino que se podia ouvir a quilômetros. O sol estava se pondo, e fiquei uma boa meia hora assistindo ao voo sincronizado contra o céu cor-de-laranja.
Aí pensei: Quem precisa do Papa quando se pode ver Deus?
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| Roma |
Siciliano maledeto!
Escolhi o Roby Sorte, porque ele ia estar com outros amigos e foi um dos poucos que me escreveu sem uma cantada intrínseca. E também porque o sobrenome dele me pareceu um sinal. O Roby foi meu anjo da guarda em Roma. Me buscou no aeroporto, me levou pra conhecer a cidade inteira, pra comer massa e pizza baratinhas, me apresentou um escritor e me fez perder uns dois quilos de tanto dar risada. Sem ele meus dias em Roma não teriam sido tão fantásticos. E o sofá nem era dele, pousamos um dia na casa de uma amiga dele e outros dois na casa de outra amiga. Todo mundo muito gente boa.
O siciliano era hilário, assim, do tipo Jim Carey (ele levava uma bisnaga com apito no bolso pra dar susto nas pessoas). Ele é coordenador de grupos de intercâmbio do Programa Erasmus Mundus e da AIESEC. E como bom siciliano, a primeira coisa que fez foi me dar uma carteirinha falsa da Erasmus pra eu entrar de graça em uma festa de Halloween - aliás, uma das melhores festas que já fui na vida. Eta povo que sabe se divertir, esse.
Aí como eu tinha esquecido meu celular na Alemanha, o Roby me emprestou o segundo dele - com crédito - para eu levar até o final da minha viagem. Agora me diz, quando alguém que te conheceu anteontem vai te emprestar o próprio celular por duas semanas para você mandar depois de volta pelo correio para a Sicília? Ele falou: "Pode levar, você precisa mais do que eu".
Grazie mille, amico!
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Última matéria na DW... foi pra capa!
Viva!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Preparativos para a Eurotrip
Ah, tenho uma ressalva sobra as companhias aéreas baratas. Meu voo pra Roma é pela Ryanair, e o aeroporto fica a 150 km da minha casa, então vou ter despesas extras para ir até lá, fora a mão-de-obra. Não sei se o preço compensou...
Dia 14 de novembro embarco para o Brasil. Chego na Ilha Mágica às 17h do dia 15/11. Aí serão seis semanas de férias e em janeiro volto para cá.
Mas antes disso espero ter muita coisa boa pra contar!
Próxima parada: Halloween em Roma!
Neve no topo da Alemanha!
Mas o MAIS FENOMENAL de tudo foi irmos ao Zugspitze, o ponto culminante da Alemanha, nos Alpes, com 2.963 m de altitude. Vi neve pela primeira vez, tava que nem criança.
Foi em um dos dias mais bonitos do ano, segundo nos contaram uns tios que moram lá perto. Sol, pouco vento, tudo branco... e nem tava tão frio assim. Acho que fez -1ºC, mas a sensação térmica era de um inverno normal. Foi também o primeiro dia da temporada de esqui deste ano. Eu até que tentei...
Tem zilhões de fotos no álbum.
Antes de voltarmos pra casa, fizemos uma visita à Nova Pinacoteca, com obras de arte do século 18 ao século 20. Vi originais de Monet, Manet, van Gogh, Cezàne, Rembrant, Goya, Picasso... ah, fala sério.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Bom dia, Berlim
Dizem que lá é bom porque tem de tudo. Bem, eu não preciso de tudo, então os berlinenses que me desculpem, mas meu coração ainda bate por Colônia... eheh.
Estive lá no final de semana passado, fiquei na casa do Gabriel. Foi muito legal, andamos o centro todo de bicicleta, comemos Bratwurst na banquinha da calçada, tirei quase 300 fotos (aliás, já estão no álbum). Sábado à noite ainda encontrei o Mariano Senna, meu ex-chefe na agência de notícias AmbienteJA, e tomamos uma cerveja num barzinho de música brasileira.
Fui e voltei com aquele site de caronas que eu tinha falado, o Mitfahrgelegenheit. Na ida fui com outras três meninas num Golf. Andamos a maior parte do tempo seguramente acima dos 200 km/h.
Na volta, um momento de tensão. A carona que eu tinha combinado furou e tive que achar outra em cima da hora. Depois de uns dez "desculpe, já está lotado", consegui um lugar.
Só que o motorista tinha nome turco - me falaram que os turcos em Berlim são meio estranhos, totalmente diferentes dos turcos da Turquia ou de outras partes da Alemanha -, aí o Gabriel pra mim: "Se tiverem três turcos no carro, não te deixo entrar." Risos.
Passamos o dia naquela agonia e, quando chegamos, o motorista era super gente boa, de origem turca - mas acho que nasceu na Alemanha, porque falava alemão perfeitamente -, estava viajando com a irmã e levando mais um guri alemão de carona. O carro era um Mercedes Classe Não-sei-o-quê que só faltava levantar voo. Banco de couro, painel de mogno, uns 30 metros quadrados de espaço interno, luzinhas nos frisos das portas, era o ICE das caronas. O Gabriel pra mim: "tu tens mais sorte do que juízo mesmo."
Eu: "Eu sei."
Missão dada é missão cumprida
Mandei pra Ute e ela me respondeu dizendo que ficou "maravilhosamente inspirado" e que os erros de ortografia e gramática - que devem ser zilhões, porque não deu tempo de pedir pra ninguém revisar - são bem simples de resolver.
Ufa.
Pra eu ficar completamente feliz, agora só falta uma resposta positiva do TesDaF semana que vem. rezarezarezareza...
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
O relatório
p.s.: E neste final de semana... Berlim! (+ previsão de chuva e frio)
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Conclusões sobre -2ºC
1) Meia calça de malha + meia de algodão + bota = pés gelados
2) Meia calça de malha + calça jeans = pernas geladas
3) Camiseta de algodão + segunda pele + básica de lã + casaco de pêlo + cachecol = peito, costas e pescoço quentinhos.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
CouchSurfing, o paraíso dos mochileiros
Me registrei há algumas semanas no CouchSurfing e achei o projeto muito, muito bacana. A idéia da rede de intercâmbio de mochileiros não e só se hospedar de graça na casa dos outros, mas fazer turismo de verdade, estar na casa de alguém que mora lá, conhecer realmente o lugar.
Não é obrigatório oferecer um sofá para surfar em um, e também não precisa necessariamente se hospedar na casa de alguém para fazer parte do projeto.
Semana passada, por exemplo, eu fui em um encontro semanal do pessoal do CS em Colônia. Tinha umas 40 pessoas, alemães e estrangeiros, todo mundo super bacana, com espírito de viajante. Conheci umas meninas alemãs muito gente boa.
Achei mais uma tribo.
Não estou rindo, estou sorrindo
- Qual é a graça?
- Como?
- Qual é a graça? Do que você tá rindo?
- (!?) Eu não estou rindo, estou sorrindo para o senhor...
- Ah, obrigado - ele baixou a cabeça e respondeu baixinho.
Essa é a prova de que não vemos o mundo como ele é, mas como nós somos. Fiquei com pena do velhinho.
Para entrar em uma discoteca em Bonn você tem que implorar
Em Bonn eles olham pra você e decidem se vão deixar entrar ou não. O problema é que geralmente estamos em grandes grupos, e eles não gostam.
Na sexta saímos do happy hour do Goethe pra ir dançar, éramos pelo menos 15 pessoas, a maioria homens e com cara de árabe, aí já viu. Na terceira tentativa, o cara disse que estava lotado. Falamos que a maioria era estudande, aque aquilo era um absurdo e tal, aí o cara: "Ah, vocês são estudantes? Então podem entrar."
Entramos e estava vazio, só nós lá dentro. Pagamos caro e saí de lá fedendo a cigarro.
Não, não, muito obrigada. Da próxima vez fico no bar tomando a minha Kölsch.
Adoradora do Sol
Essa semana acho que ele vem nos visitar todos os dias. Viva!






